
Creio que se ele consegue sozinho, que dirá nós todos juntos...
Sem lenço e sem letramento, uma paixão e nenhum documento, conseguiu reunir filmicamente 'A paixão de cristo' e bang-bang, 'Sansão e Dalila' e Zé do Caixão. Do Ceará para o mundo:
CINE ZÉ SOZINHO
Adriano LimaBrasil(CE), 2007Doc - 16' - Cor 35mm
José Raimundo Cavalcante, o Zé Sozinho, pernambucano de Pajeú das Flores criado em Caririaçu (Ceará), foge de casa aos 12 anos no rumo de Fortaleza, onde começa sua paixão pelo cinema.
Roteiro: Adriano LimaFotografia: Euselio Gadelha OliveiraMontagem: Rui Ferreira FerreiraMúsica original: Banda Comadre FulozinhaCompanhia produtora: J A Lima ProduçõesElenco: Jose Raimundo Cavalcante - Zé Sozinho, Hermano, Joâo Kiô, João Davi
* Melhor Documentário, 11 FAM, Florianópolis, 2007 / Melhor documentário; Menção Honrosa pelo personagem, 30 Guarnicê, São Luis, 2007 / Melhor Curta-Metragem, 4 Fest Cine Bélem, Bélem, 2007
Adriano LimaBrasil(CE), 2007Doc - 16' - Cor 35mm
José Raimundo Cavalcante, o Zé Sozinho, pernambucano de Pajeú das Flores criado em Caririaçu (Ceará), foge de casa aos 12 anos no rumo de Fortaleza, onde começa sua paixão pelo cinema.
Roteiro: Adriano LimaFotografia: Euselio Gadelha OliveiraMontagem: Rui Ferreira FerreiraMúsica original: Banda Comadre FulozinhaCompanhia produtora: J A Lima ProduçõesElenco: Jose Raimundo Cavalcante - Zé Sozinho, Hermano, Joâo Kiô, João Davi
* Melhor Documentário, 11 FAM, Florianópolis, 2007 / Melhor documentário; Menção Honrosa pelo personagem, 30 Guarnicê, São Luis, 2007 / Melhor Curta-Metragem, 4 Fest Cine Bélem, Bélem, 2007

Julinho, sorriso rasgado,
ResponderExcluirdeixa escorrer mel pelos cantos,
canta, vidrado, saboreando a paixão
de vida armada e curtida,
como cachaça mineira,
viola espanhola,
mulher brasileira.
Vc devia escrever, caríssimo!
é mais o que apenas belo, é
idílico!
beijos festivos e depressivos, apressados e vagarosos...
Zilá!
Miss Smith,
ResponderExcluirMais belas q suas palavras são sua generosidade e brilho: Zilá o q. Não pela época, não pelo tempo, talvez pelos elos que nos uniram na mente, nas saudades, no espaço da vida, no tempo do vídeo, ah CCRP nós te criamos e seremos senhoras (es) de tempo algum que nos subjulgue, libertos para criarmos qualquer coisa q não exista, viva, pulsante, pronta para escorrer das mãos, pelos cantos, encantos, sem propriedade, sem fronteiras, sem escrúpulos. Uma vez RP, para sempre nos olhos, na veia, na alma, nascente como quisermos. Afinal, Nós somos o público!
Bjos.